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A ORIGEM DA BADERNA!



  MES AMIS, é claro que todo mundo sabe o que é baderna. Mas o que pouca gente sabe é que essa palavra deriva do nome de uma mulher. É isso mesmo. Essa palavra veio do nome da bailarina italiana Marietta Baderna, uma artista que esteve no Rio de Janeiro por volta de 1850. 

  Acontece que ela tinha uma legião de fãs que costumavam fazer uma tremenda confusão e gritaria por causa dela. Essa "histeria" dos fãs era tão intensa que o nome dela, Baderna, acabou virando sinônimo de confusão, balbúrdia. Por isso seus admiradores foram apelidados de "os badernas". No século 19, a palavra baderna já constava do dicionário de Antonio Joaquim de Macedo Soares como substantivo comum. O poster abaixo, onde podemos ler o nome dela e ver sua imagem tão doce, é da apresentação ocorrida no Rio de Janeiro em 1850. 
  Conhecendo a origem da palavra podemos perceber que a Baderna não tinha cara de baderneira, e somente era causadora de badernas por onde passava devido ao seu talento e criatividade como bailarina. :) 
  Todo o sucesso e carisma dela não vinham somente de seu jeitinho delicado e sorriso angelical, mas de seus espetáculos inusitados que misturavam danças e ritmos afro-brasileiros à sua essência européia de bailarina clássica. Numa fusão talvez nunca antes cogitada por um europeu, muito menos utilizando características da dança e da música de um país que até 1822, apenas 28 anos antes, ainda era colônia de Portugal.
  Fiquei curiosa pra assistir a um espetáculo da Baderna!
  É uma pena que não devem ter filmado nenhum... rsrs







 DICA DE LIVRO




Maria Baderna:
A Bailarina de Dois Mundos

  A designação da palavra baderna - confusão etc - veio do nome de uma bailarina italiana, chamada Marietta Baderna, que se radicou no Rio de Janeiro depois de fazer sucesso nos palcos europeus, escapando à repressão dos movimentos democráticos em 1848, na Itália. O autor reconstrói o mito que causou furor no Rio provinciano do século passado, montando espetáculos onde inseria danças e ritmos afro-brasileiros.





  • Editora: Record
  • Autor: SILVERIO CORVISIERI
  • Número de páginas: 234



Fontes: 
www.douglastufano.com.br
www.submarino.com.br
www.revistaescola.abril.com.br




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Para mulheres que almoçam sozinhas.... Cuidado!



Meninas cuidado...
 
Passei por uma situação muito incômoda ontem com uma amiga minha.

Cuidado pois pode acontecer com vcs tb.
Estava sentada com uma amiga, almoçando, numa mesa do restaurante que
sempre freqüento, e dois homens vieram sentar-se à nossa mesa.
Nós lançamos-lhes um olhar gélido,de indiferença, mas eles simplesmente ficaram ali,
impávidos a olhar para nós.
 
Isto acabou com o nosso almoço...
 
Eu coloquei a
mão esquerda sobre a mesa, para q. percebessem  que sou casada, a minha amiga
tb fez o mesmo, para mostrar que não tínhamos interesse nenhum por
eles.
Por sorte, eles perceberam a nossa dica e saíram, mas eu consegui
tirar uma foto.
 
Aqui vai a foto , como aviso - para o caso de eles
também tentarem abusivamente aproximar-se de vcs. 
 
 
Beijos,





caras abusados né?

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Walt Disney já tinha previsto......



Depois vamos tentar descobrir quem foi a criatura que arrematou essa "obra de arte".... espero que não tenha sido você.... rsrsrsrs


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As verdadeiras mulheres felizes

Li o livro "Doidas e Santas" da Martha Medeiros e achei essa crônica muito interessante. O que vocês acham?

As verdadeiras mulheres felizes
Acabo de ler um livro de Eliette Abecassis, uma francesa que eu não conhecia. O nome da obra, no original, é Un Heureux Événement, que pode ser traduzido para Um Feliz Acontecimento, mas é um título irônico, pois o livro trata sobre o fator que, segundo a autora, destrói as relações amorosas: o nascimento de um filho. Num tom exageradamente desesperado, a personagem narra o fim do seu casamento depois que dá à luz. Concordo que a chegada de uma criança muda muita coisa entre o casal, mas a escritora carrega nas tintas e cria um quadro de terror para as mães de primeira viagem. Se o nascimento de um filho é sempre desconcertante, é preciso lembrar que é, ao mesmo tempo, uma emoção sem tamanho. De minha parte, só tenho bons momentos a recordar, nada foi dramático. Mas mesmo que, por experiência própria, eu não compartilhe com a desolação da autora, ainda assim ela diz no livro uma frase muito interessante. Ao enumerar as diversas mazelas por que passam as criaturas do sexo feminino, ela me veio com esta: "os homens são as verdadeiras mulheres felizes".
Atente para a sutileza da frase. O que ela quis dizer? Que os homens saem pela porta de manhã e vão trabalhar sem pensar se os filhos estão bem agasalhados ou se fizeram o dever da escola. Os homens não menstruam, não têm celulite, não passam por alterações hormonais que detonam o humor. Os homens não se preocupam tanto com o cabelo e não morrem de culpa quando não telefonam para suas mães. Os homens comem qualquer coisa na rua e o cardápio do jantar não é da sua conta, a não ser quando decidem cozinhar eles próprios, e isso é sempre um momento de lazer, nunca um dever. Os homens não encasquetam tanto, são mais práticos. Eu, que estou longe de ser uma feminista e mais longe ainda de ser ranzinza, tenho que reconhecer o brilhantismo da frase: os homens são mulheres felizes. Eles fazem tudo o que a gente gostaria de fazer: não se preocupam em demasia com nada.
Porque nosso mal é este: pensar demais. Nós, as reconhecidas como sensíveis e afetivas, somos, na verdade, máquinas cerebrais. Alucinadamente cerebrais. Capazes de surtar com qualquer coisa, desde as mínimas até as muito mínimas. Somos mulheres que nunca estão à toa na vida, vendo a banda passar, e sim atoladas em indagações, tentando solucionar questões intrincadas, de olho sempre na hora seguinte, no dia seguinte, planejando, estruturando, tentando se desfazer dos problemas, sempre na ativa, sempre atentas, sempre alertas, escoteiras 24 horas.
Os homens, mesmo quando muito ocupados, são mais relax. Focam no que têm que fazer e deixam o resto pra depois, quando chegar a hora, se chegar. Não tentam salvar o mundo de uma tacada só. E a chegada de um filho, ainda que assuste a eles, como assusta a todos, é algo para se lidar com calma, é um aprendizado, uma curtição, nada de muito caótico. Eles não precisam dar de mamar de duas em duas horas, não ficam fora de forma, não enlouquecem. Isso é uma dádiva: os homens raramente enlouquecem.
Nós, nem preciso dizer. Nascemos doidas. Por isso somos tão interessantes, é verdade, mas felicíssimas, só de vez em quando, nas horas em que não nos exigimos desumanamente. Homens, portanto, são realmente as verdadeiras mulheres felizes. Que isso sirva de homenagem aos queridos, e sirva pra rir um pouco de nós mesmas, as que se agarram com unhas e dentes ao papel de vítimas porque ainda não aprenderam a ser desencanadas como eles.
Autora: Martha Medeiros


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Feminices

Quem disse que as mulheres não são iguais???? rsrsrsrs....











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