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Liz CLEOPATRA Taylor

Bonjour, mes amis!



  Conhecida por sua paixão por joias, Liz publicou um livro em 2003 com o título "Elizabeth Taylor: My Love Affair with Jewelry". EU QUERO!!! Mas tem que ser em francês ou português! rsNa sua coleção, formada ao longo de algumas décadas de muita paixão (afinal de contas foram oito casamentos com sete homens), estão algumas das joias mais caras da atualidade! Parece mesmo que ao longo da sua vida ela encarnou a Cleopatra que interpretou quando jovem, vivendo grandes paixões e sendo presenteada com lindíssimas joias.


  

Em 1962, durante as filmagens de Cleopatra.



  Na semana passada foi anunciado que a coleção de joias de Elizabeth Taylor será leiloada!! Ahhh se eu tivesse um "trocado" pra comprar uma delas! Só uma! rs :)

  A casa de leilões Christie's informou à imprensa que fechou um bom acordo com a família de Elizabeth Taylor para vender a sua valiosa e igualmente famosa coleção de joias, assim como suas obras de arte, suas roupas de grife, objetos de decoração entre outros artigos. Serão quase 300 itens leiloados, divididos em alguns lotes, os quais estima-se serem arrebatados por mais de 30 milhões de dólares!

  Antes dos leilões, que acontecerão nos dias 13, 14 e 16 de dezembro no Rockfeller Center, em NY, NÓS pobres mortais ganharemos uma exposição itinerante, em turnê mundial por três meses, que começará ainda neste mês. A mostra itinerante fará escalas em Moscou, Londres, Los Angeles, Dubai, Genebra, Paris e Hong Kong, antes de ficar por dez dias em NY. 

  Uma parte do dinheiro arrecadado com o leilão, através dos bilhetes de entrada para as exposições, assim como dos eventos e publicações a ele associadas, será destinado à The Elizabeth Taylor AIDS Foundation, fundação para a luta contra a aids criada pela atriz em 1991.


O diamante mais pesado do mundo, o "Taylor - Burton", de 69,42 quilates, batizado com os sobrenomes de Elizabeth e de Richard, que comprou a peça em um leilão em 1969.


A pérola "La Peregrina", presenteada por Burton, era uma das favoritas da atriz. Descoberta no começo do século 16, foi oferecida ao príncipe Felipe II da Espanha, que a deu de presente à rainha da Inglaterra, Maria Tudor. Em 1969, foi adquirida por Burton em um leilão.


Richard Burton, que se casou duas vezes com Liz Taylor e foi apaixonado por peças de valor histórico, em 1972 comprou o famoso pingente de diamante do Taj-Mahal, do século 17 (datado de 1627!), para presentear Liz Taylor em seu aniversário de 40 anos.

Eu adoraria admirar essas joias de pertinho!!
Meu sonho, um dos meus sonhos...,
é aprender a fazer joias! Sempre as fotografo nos museus que visito pelo mundo afora. Principalmente as mais antigas, feitas com técnicas precárias, no Egito e na Grécia, por exemplo... Fico impressionada!
Aceito sugestões de cursos de ourivesaria e design de joias, e de livros sobre o assunto, tá? :)
Merci!






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Sem maquiagem?? Nem morta... messsmo!



Illamasqua lança serviço fúnebre!


   O que vocês acham de pagar por uma make fantástica para usar no próprio velório? Vocês concordam que sem maquiagem nem morta (literalmente)?
   A princípio fiquei chocada, achei estranho, exagerado... mas logo depois já estava pensando: "preciso reservar minha maquiagem com um bom maquiador para quando chegar minha hora" rsrs. Não quero estar no meu próprio velório sem rímel, sem delineador, sem uma sombra bem colorida, sem um batom bem delineado... kkkkk. Só o meu marido me vê de cara lavada, e olhe lá. :) E neste caso a última impressão é a que fica! E não pode ser, de jeito nenhum, com uma make básica em tons terrosos (se bem que terra tem tudo a ver com a ocasião)!! rs.
  Agora falando sério, a técnica de reparação ou reconstituição facial é executada por profissionais treinados e habilitados a reverter processos de marcas e sinais corporais post mortem aparentes nessa situação específica, dos mais simples aos mais complexos. E esses profissionais recebem um treinamento próprio para isso. Mas não custa dar uma coloridinha depois, né?




   O serviço com um quê de macabro é a novidade da Illamasqua, marca britânica queridinha de quem gosta de beleza, conhecida pelos produtos ultracoloridos e dramáticos (realmente), que se uniu à funerária Leverton & Sons para lançar a sessão de maquiagem para quem faz questão de estar bela mesmo após o fim da vida.
   A última maquiagem – não a toa, o nome do serviço é The final act of self expression, algo como O ato final de auto-expressão, em português – é feita pelos experts da Illamasqua, que receberam treinamento da equipe da funerária, e pode ser agendada por 450 libras (preço inicial). Por enquanto, está disponível somente em Londres. Será que essa ideia vai chegar por aqui?


O que vocês acham? 


Um tanto quanto macabro ou uma ótima ideia?



Fonte:  Vogue

  




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Le lissage brésilien!


Tout savoir sur le lissage brésilien






MES AMIES, lendo a Marie Claire francesa fiquei surpresa ao me deparar com essa novidade: o alisamento brasileiro.
  A matéria foi escrita com o intuito de acabar com suposições e esclarecer todas as dúvidas sobre este que promete ser um novo tipo de alisamento, não prejudicial à estrutura do cabelo. Pelo que entendi algumas mulheres o confundem com um alisamento que agrediria os cabelos para deixá-los bem lisos, mas na verdade ele somente promove um relaxamento, deixando-os disciplinados através de uma nutrição profunda. Sendo o cuidado ideal para mantê-los bonitos em todas as estações do ano.
  Mas de onde saiu esse nome? Myriam Keramane, fundadora do Kerat'in, após ter viajado muito e praticado suas habilidades trabalhando em grandes salões, decidiu abrir o seu próprio salão... especializado em uma nova técnica batizada como "le lissage brésilien". Somando a sua experiência ao conhecimento das verdadeiras necessidades de suas clientes, ela desenvolveu os produtos Kerat'in, sendo esse alisamento produzido no Brasil com matérias-primas brasileiras adaptadas aos cabelos europeus. Segundo ela: "Succès garanti!". Afinal de contas as mulheres francesas invejam o borogodó das brasileiras, não é de hoje. A "necessidade" delas é fazer o que for preciso para tentar nos alcançar nesse quesito (tolinhas... rs). Por este motivo tudo o que leva o nome do nosso país, ou é vendido como sendo algo que utilizamos para ficarmos sempre lindas, provoca uma atração incontrolável na mulherada francesa! rsrs. Dá pra perceber que essa Myriam entende meeesmo de marketing!




Alisamento brasileiro X alisamento japonês: 
  Ideal para cabelos danificados por colorações ou escovas frequentes, o alisamento brasileiro é vendido como um verdadeiro tratamento que restaura os fios deixando-os macios e flexíveis. A queratina preenche as fibras capilares nutrindo-as profundamente, protegendo os fios das agressões externas, deixando-os fáceis de pentear, suavizando as escamas e reparando as pontas duplas. Por até quatro meses, os cabelos ficariam macios e brilhantes, os cachos relaxados, e sem frizz! Só não sei se é verdade... rs
  Mas o alisamento brasileiro não é definitivo. Segundo a sua criadora ele é um alisamento progressivo, sem efeito permanente, pois funcionaria sem química (formol, amoníacos, parabenos), mas através de um sistema termo-ativo (com o calor do secador de cabelos e da prancha alisadora) à base de queratina natural, colágeno, proteína de seda e cisteína. O alisamento brasileiro seria antes de tudo um tratamento, uma hidratação, portanto aconselhável até mesmo para cabelos fragilizados por descoloração, com mechas por exemplo.
  Então para quem tem cabelos crespos mas gosta de cabelos "lambidos", estilo "boi lambeu", como chamamos aqui no RJ, o ideal é o alisamento químico japonês mesmo. 
  O alisamento brasileiro é feito em apenas 5 minutinhos, o efeito é imediato, mas é proibido lavar os cabelos por 3 dias (eca!), o que não é problema para as francesas (digo isso por causa do frio que faz por lá, rs). Mas tem uma vantagem: prendê-los é liberado.


ANTES

DURANTE
 


DEPOIS

Sinceramente... eu prefiro ANTES.

Cabelo ralo assim não fica legal liso demais. 
Queria eu ter cachos!


  Vocês já tinham ouvido falar nesse alisamento, e nessa marca de cosméticos? Aqui no Brasil deve existir um igual ou parecido, mas com outro nome, é claro, talvez europeu... rsrs. Acho que os alisamentos, permanentes ou progressivos, são sempre à base das mesmas matérias-primas desde a época das nossas bisavós. Mas a cada dia inventam um nome diferente para aguçar o desejo de mulheres vaidosas como nós.  
  Segundo o site da marca Kerat'in, as estrelas já se renderam. De Jennifer Aniston à Jennifer Lopez passando por Penélope Cruz...


  Marketing é tudo! :)



Fontes:
http://www.marieclaire.fr
http://www.kerat-in.com




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Trench Coat Burberry

Dia de chuvinha e frio aqui no Rio de Janeiro. Na hora do almoço estava caminhando pelo Centro e a mulherada aproveitou o dia para tirar suas trenchs coats do armário.... também quis tirar o meu mas achei que o tempo fosse melhorar ao longo do dia.... Afinal, é Rio de Janeiro.
Fiquei pensando como essa peça é atemporal. Como estou lendo um livro sobre história da moda e outro sobre dicas de composição de peças de roupa, quis descobrir um pouco sobre este casaco lindo e chique..... então divido esse post com vocês.



Bege, impermeável e com comprimento 7/8. O trench coat de hoje é uma versão aprimorada da capa de chuva desenvolvida em 1879 por Thomas Burberry, criador da peça e da marca britânica.
Quando fundou a empresa, em 1856, Thomas Burberry queria criar roupas funcionais e resistentes. Fiel a esse espírito, desenvolveu o primeiro tecido impermeável da história, batizado de gabardine – termo que Shakespeare havia usado para definir o poderoso casaco de uma personagem de uma de suas peças: um abrigo contra ventos e tempestades.
Duas marcas britânicas reivindicam a invenção do trench coat: a Burberry e a Aquascutum. Mas tudo indica que a Burberry saiu na frente. Em 1879, Thomas Burberry inventou uma capa feita com um tipo de gabardine que resistia à chuva. Em 1914, adicionou abas a um modelo de 1901, criando um novo look para seu maior cliente: o exército inglês. Ele então agregou ao seu modelo inicial recursos utilitários, como abas no peito para apoiar armas, martingales nos ombros para carregar o quepe e ajustes nos punhos para vedar o vento. Tais detalhes atenderam em cheio às necessidades do exército durante a guerra de trincheiras (como ficou conhecida a Primeira Guerra Mundial. Assim nasceu o trench coat (literalmente casaco de trincheira). Os concorrentes começaram a fazer modelos parecidos e as propagandas se multiplicaram tanto que a peça acabou virando uma marca registrada da Primeira Guerra Mundial.


O forro xadrez, presente em todos os modelos, só passou a revestir a peça a partir de 1920. Desde então, o quadriculado nos tons de bege, branco, preto e vermelho se tornou símbolo da Burberry. A partir de 2001, se expandiu para demais peças da linha de vestuário, acessórios e perfumaria.




O cinema ajudou a torná-lo um ícone na pele de famosos como Ingrid Bergman e Humphrey Bogart. A Burberry continua sendo a grife símbolo do trench coat, mas as marcas e os modelos disponíveis são variados. Ele pode ser usado sobre vários looks. Fica bem até com calça jeans e camiseta. É ele que dá o toque mais sofisticado para a roupa.
 

A versão clássica em tons pastéis e no preto são perfeitas, mas ele também aparece em cores vivas como rosa, amarelo e verde, e com detalhes especiais como mangas bufantes, golas estilosas e comprimentos. Agora que o inverno está aí, todas temos um desculpa ótima para ter o nosso.

O trench coat está na galeria dos itens eternos que se reinventam e nunca ficam repetitivos Ao lado do jeans, da camiseta branca, do new look e do terninho feminino.


Não percam o próximo post sobre o Trench Coat no Cinema




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"Ter ou não ter rendas, essa é a questão, disse Shakespeare." (Honoré de Balzac)

Olé, Mulher Rendeira,
Olé mulhé rendá,
Tu me ensina a fazer renda,
Que eu te ensino a namorar.



O título desta postagem não se refere, é claro, a renda de tecido. Mas a indagação de Shakespeare seve para nós.... ter ou não ter rendas no nosso gurdarroupa... eis a questão.... Pode-se dizer que as rendas nunca saem de moda. Na contramão da fast fashion, entra e sai estação e elas estão presentes em diversos modelos de roupas, não importando se o clima é quente ou frio. Presente em diferentes formatos, variando entre grande ou pequeno destaques, mas sempre ali, neste inverno de 2011, a renda continua marcando território. Cheia de charme retrô, a renda aparece em produções moderninhas sem deixar de ser delicada. Além disso, ela tem tudo a ver com a tendência da moda boudoir (lê-se budoar), palavra francesa usada para definir peças inspiradas no universo das lingeries.
De modelagens com jeitinho retrô a outras mais sexy, ajustadas à silhueta, os vestidos de renda preta são uma boa opção para festas e até para a balada. Para deixar a produção mais descontraída, combine com legging! Mais leve, a renda branca fica pronta para a noite ao ser combinada com detalhes metalizados. Para deixar a renda mais moderna e não parecer uma noiva, aposte em modelagens diferentes, como o ombro único, e complementos como cintos, coletes e sandálias abotinadas.
 
A renda é um tecido com padrão de orifícios e desenhos feitos à mão ou à máquina. Os tipos mais comuns são a renda de bilros e a renda de agulha.  A renda nunca desapareceu por completo da moda, pois nos vestidos de noivas e debutantes ela sempre aparece.  A alta-costura francesa também não dispensa o uso de uma bela renda.

Por falar em alta-costura francesa, uma curiosidade:

Foi Catarina de Médici que introduziu o uso da renda na corte francesa. Isso causou um consumo exagerado e desenfreado, o que fez com que os cofres franceses fossem praticamente esvaziados devido aos custos de importação.  Foi promulgado um decreto pelo rei da frança, que proibia o uso da renda, tamanho foi o caos.
 

No entanto, descobriu-se que ara melhor produzir do que importar o produto.
Foi Colbert, ministro de Luiz XIV, que teve a brilhante idéia e em 1665 fundou em Alençon, as “Manufaturas reais o ponto de França” -tocadas pelas mãos de 30 rendeiras de Veneza e 200 de Flandes.


No Brasil a renda de bilros foi trazida pelos portugueses e durante muito tempo foi a ocupação de freiras nos conventos. Elas teciam alfaias para os altares das igrejas. Tanto no Brasil como em Portugal, atualmente a renda de bilro é feita por mulheres de pescadores em geral. Esse fator é associado à chegada das rendas pelos litorais.
Fontes:Livro – Enciclopédia da Moda  – O’hara, Georgina.



Aqui, neste vídeo abaixo, veiculado pelo Jornal Hoje, tem dicas preciosas sobre o uso da renda....



Para saber a diferença entre Renda Francesa e Renda Brasileira recomendo o vídeo do Programa Vamos Combinar do dia 25/07/11 em que a estilista Martha Medeiros dá boas dicas sobre o assunto.


O que temos visto por aí....







Bem, mes amies, eu já aderi a esta moda... eu tenho um vestido branco lindo de rendas e um outro meio bege... ambos têm que ser usados com acessórios caprichados, um trench coat também cai muito bem para justamente não ficar parecendo noiva de casamento civil...
E vocês, já se renderam a esta moda?



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A ORIGEM DA BADERNA!



  MES AMIS, é claro que todo mundo sabe o que é baderna. Mas o que pouca gente sabe é que essa palavra deriva do nome de uma mulher. É isso mesmo. Essa palavra veio do nome da bailarina italiana Marietta Baderna, uma artista que esteve no Rio de Janeiro por volta de 1850. 

  Acontece que ela tinha uma legião de fãs que costumavam fazer uma tremenda confusão e gritaria por causa dela. Essa "histeria" dos fãs era tão intensa que o nome dela, Baderna, acabou virando sinônimo de confusão, balbúrdia. Por isso seus admiradores foram apelidados de "os badernas". No século 19, a palavra baderna já constava do dicionário de Antonio Joaquim de Macedo Soares como substantivo comum. O poster abaixo, onde podemos ler o nome dela e ver sua imagem tão doce, é da apresentação ocorrida no Rio de Janeiro em 1850. 
  Conhecendo a origem da palavra podemos perceber que a Baderna não tinha cara de baderneira, e somente era causadora de badernas por onde passava devido ao seu talento e criatividade como bailarina. :) 
  Todo o sucesso e carisma dela não vinham somente de seu jeitinho delicado e sorriso angelical, mas de seus espetáculos inusitados que misturavam danças e ritmos afro-brasileiros à sua essência européia de bailarina clássica. Numa fusão talvez nunca antes cogitada por um europeu, muito menos utilizando características da dança e da música de um país que até 1822, apenas 28 anos antes, ainda era colônia de Portugal.
  Fiquei curiosa pra assistir a um espetáculo da Baderna!
  É uma pena que não devem ter filmado nenhum... rsrs







 DICA DE LIVRO




Maria Baderna:
A Bailarina de Dois Mundos

  A designação da palavra baderna - confusão etc - veio do nome de uma bailarina italiana, chamada Marietta Baderna, que se radicou no Rio de Janeiro depois de fazer sucesso nos palcos europeus, escapando à repressão dos movimentos democráticos em 1848, na Itália. O autor reconstrói o mito que causou furor no Rio provinciano do século passado, montando espetáculos onde inseria danças e ritmos afro-brasileiros.





  • Editora: Record
  • Autor: SILVERIO CORVISIERI
  • Número de páginas: 234



Fontes: 
www.douglastufano.com.br
www.submarino.com.br
www.revistaescola.abril.com.br




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INVERNO PEDE: FONDUE!! (história e receitas)




BONJOUR MES AMIS!
ESSE FRIOZINHO ME DEU UMA IDEIA...
COMER, COMER, COMER... E BATER PAPO COM AMIGOS!!
E NO INVERNO A MELHOR PEDIDA É OU NÃO É FONDUE



UM POUCO DA HISTÓRIA:

  Fondue (fundida) é um prato de origem Suíça, normalmente à base de queijo aquecido sobre uma lamparina, também conhecida como espiriteira ou réchaud, ou outra fonte de calor pouco intenso e do qual as pessoas se servem diretamente. Consiste basicamente em uma mistura de queijos (normalmente dos queijos Gruyère e Emmental) fundidos com vinho (ou, como na receita original, a Kirschwasser alemã), que vai à mesa acompanhada de pedaços de pão, batatas e cenouras. 
  Além da fondue de queijo, existem algumas variações, como a fondue de chocolate e a de carne. Existe também a fondue chinesa (fondue chinoise), bastante servida em restaurantes na Suíça, feita à base de carnes, peixes e legumes, fervidos num caldo de carne com diversas especiarias.
  A região de origem da fondue não é totalmente conhecida, mas deve situar-se na região de Jura/Savoie, na fronteira franco-suíça. A receita mais antiga encontra-se num livro de cozinha escrito em Zurique em 1699.
  Contrariamente à crença popular, não teria sido inventada por pessoas vivendo nos alpes suíços, pois nessa época o queijo usado na fondue era caro, o que significa que não estaria ao alcance da maior parte das pessoas vivendo nas montanhas. Assim, durante os séculos XVIII e XIX a fondue teria sido uma iguaria desfrutada apenas por pessoas mais ricas, vivendo nas cidades.
  Na década de 1950 a fondue entrou nas cozinhas do exército suíço, tornando-se assim conhecida dos soldados, que levaram esta receita para suas casas. Até hoje, a preparação da fondue é considerada como uma "coisa de homem" na Suíça. A iguaria ganhou fama internacional na década de 50, quando o chefe Conrad Egli, do restaurante Chalet Suísse, em Nova Iorque, passou a servir o prato. Para complementar, criou a fondue de chocolate, que servia de sobremesa. Dentro da região Jura/Savoie fica a cidade de La Chaux-de-Fonds que diz ser o berço da fondue de queijo... VIVENDO E APRENDENDO... :)



O dia 21 de junho foi o dia inicial do início do inverno. Inverno pede aconchego, boas comidas, vinhos e companhias. E inverno definitivamente pede FONDUE. Uma (no feminino mesmo) ou mais! rs. Reúna quem você gosta e delicie-se! Sem pensar nas calorias!


RECEITAS:



FONDUE DE QUEIJO EMMENTAL E GRUYÈRE

TEMPO DE PREPARO: 30 minutos
NÍVEL DE DIFICULDADE: fácil
RENDIMENTO: 4 porções

INGREDIENTES:
1 dente de alho
1/2 xícara de vinho branco seco
300 g de queijo gruyère cortado em pedaços ou ralado grosso
300 g de queijo emmental cortado em pedaços
Pimenta-do-reino branca moída na hora e noz-moscada a gosto
1/4 de xícara de kirsch (aguardente de cereja)
1 baguete de pão italiano cortada em cubinhos ligeiramente torrados
500 g de couve-flor separada em buquezinhos,
 ou outros acompanhamentos que preferir, como batata, cenoura, brócolis... 
Assim a consciência não pesa tanto, sem deixar de ser muito gostoso! :) 
Eu adoooro couve-flor! rsrs...

MODO DE PREPARO:
Esfregue o alho no fundo e nas laterais de uma panela de fondue. 
Despeje o vinho e aqueça ligeiramente. 
Adicione aos poucos os queijos, mexendo sempre, até derreter e obter uma massa homogênea. 
Tempere com pimenta e noz-moscada. 
Acrescente o kirsch (e, se necessário, um pouco de vinho branco seco para obter uma massa que grude mais facilmente no pão). 
Sirva com os acompanhamentos em vasilhas ao redor do réchaud.


E de sobremesa um outro fondue que AMOOOOO!
BIEN SÛR!!



FONDUE DE CHOCOLATE
(PODE SER LIGHT!)
TEMPO DE PREPARO: 30 minutos
NÍVEL DE DIFICULDADE: fácil 
RENDIMENTO: 6 porções

INGREDIENTES:
300g de chocolate picado (tipo cobertura)
1 lata de creme de leite
5 colheres (sopa) de conhaque
frutas em calda (pêssego, pêra, abacaxi, cerejas, etc.)
frutas frescas (morango, uva, etc.)
biscoito wafer, marshmallow, profiteroles...

MODO DE PREPARO:
Coloque em uma panela esmaltada ou de cobre o chocolate e o creme de leite e leve ao réchaud, regulando a chama o mais baixo possível. 
Mexa delicadamente até que o chocolate derreta. 
Acrescente aos poucos o conhaque, misture tudo muito bem e mantenha a chama baixa.
Disponha as frutas em vasilhas e coloque-as próximas ao réchaud.
Deixe que cada pessoa se sirva, espetando na ponta de um garfo de cabo longo um pedaço de fruta, mergulhando-o depois na fondue.

DICAS:
Caso não disponha de rèchaud para preparar fondue, prepare em um recipiente refratário, colocado em banho-maria.
Se desejar preparar a fondue em microondas, coloque o creme de leite em um recipiente refratário e leve ao microondas em potência alta por cerca de 1 minuto, mexendo na metade do tempo.
Junte o chocolate picado, misture bem e volte ao microondas em potência alta, por cerca de 30 segundos. 
Retire do microondas, junte o conhaque e mexa até ficar homogêneo.
Para diminuir um pouco a culpa utilize chocolate light e chocolate amargo (rico em vitaminas, minerais, magnésio e ácido oléico, e além disso contém menos gordura e açúcar), 150 gramas de cada, creme de leite light, e como acompanhamento somente frutas frescas. Caso o creme fique muito consistente acrescente um pouco de leite desnatado. 
Desta forma você poderá dizer que comeu um FONDUE DE CHOCOLATE LIGHT!



VOILÀ!! É SÓ CAIR DE BOCA, SEM CULPA!
ATÉ PORQUE SE SENTIR CULPADO(A) NÃO RESOLVE NADA. O QUE PODEMOS FAZER SÃO ALGUMAS HORAS DE EXERCÍCIOS PRA COMPENSAR... VÁÁÁRIAS HORAS... RSRS


GOSTARAM DA IDEIA E DAS RECEITAS?

Fontes: Wikipédia, Saccaro, mdemulher e Nestlé



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