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Dani e Bia. Tecnologia do Blogger.
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Trench Coat Burberry

Dia de chuvinha e frio aqui no Rio de Janeiro. Na hora do almoço estava caminhando pelo Centro e a mulherada aproveitou o dia para tirar suas trenchs coats do armário.... também quis tirar o meu mas achei que o tempo fosse melhorar ao longo do dia.... Afinal, é Rio de Janeiro.
Fiquei pensando como essa peça é atemporal. Como estou lendo um livro sobre história da moda e outro sobre dicas de composição de peças de roupa, quis descobrir um pouco sobre este casaco lindo e chique..... então divido esse post com vocês.



Bege, impermeável e com comprimento 7/8. O trench coat de hoje é uma versão aprimorada da capa de chuva desenvolvida em 1879 por Thomas Burberry, criador da peça e da marca britânica.
Quando fundou a empresa, em 1856, Thomas Burberry queria criar roupas funcionais e resistentes. Fiel a esse espírito, desenvolveu o primeiro tecido impermeável da história, batizado de gabardine – termo que Shakespeare havia usado para definir o poderoso casaco de uma personagem de uma de suas peças: um abrigo contra ventos e tempestades.
Duas marcas britânicas reivindicam a invenção do trench coat: a Burberry e a Aquascutum. Mas tudo indica que a Burberry saiu na frente. Em 1879, Thomas Burberry inventou uma capa feita com um tipo de gabardine que resistia à chuva. Em 1914, adicionou abas a um modelo de 1901, criando um novo look para seu maior cliente: o exército inglês. Ele então agregou ao seu modelo inicial recursos utilitários, como abas no peito para apoiar armas, martingales nos ombros para carregar o quepe e ajustes nos punhos para vedar o vento. Tais detalhes atenderam em cheio às necessidades do exército durante a guerra de trincheiras (como ficou conhecida a Primeira Guerra Mundial. Assim nasceu o trench coat (literalmente casaco de trincheira). Os concorrentes começaram a fazer modelos parecidos e as propagandas se multiplicaram tanto que a peça acabou virando uma marca registrada da Primeira Guerra Mundial.


O forro xadrez, presente em todos os modelos, só passou a revestir a peça a partir de 1920. Desde então, o quadriculado nos tons de bege, branco, preto e vermelho se tornou símbolo da Burberry. A partir de 2001, se expandiu para demais peças da linha de vestuário, acessórios e perfumaria.




O cinema ajudou a torná-lo um ícone na pele de famosos como Ingrid Bergman e Humphrey Bogart. A Burberry continua sendo a grife símbolo do trench coat, mas as marcas e os modelos disponíveis são variados. Ele pode ser usado sobre vários looks. Fica bem até com calça jeans e camiseta. É ele que dá o toque mais sofisticado para a roupa.
 

A versão clássica em tons pastéis e no preto são perfeitas, mas ele também aparece em cores vivas como rosa, amarelo e verde, e com detalhes especiais como mangas bufantes, golas estilosas e comprimentos. Agora que o inverno está aí, todas temos um desculpa ótima para ter o nosso.

O trench coat está na galeria dos itens eternos que se reinventam e nunca ficam repetitivos Ao lado do jeans, da camiseta branca, do new look e do terninho feminino.


Não percam o próximo post sobre o Trench Coat no Cinema




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A Anatomia do vestuário



Com mais de 400 páginas, livro traça um panorama da evolução da roupa através dos tempos.

Por: Suzete Ache – Caderno Ela O Globo com adaptações minhas

Você sabia que as prostitutas da Roma antiga usavam tachas nas solas de suas palavras “Siga-me”, marcando o chão por onde passavam? E que os kalasiris, túnicas usadas por homens e mulheres egípcias, deixavam às vezes, nos modelos femininos, os seios à mostra?
Estas curiosidades fazem parte do livro “História da Moda”, do pesquisador Marco Sabino, lançado pela Editora Elsevier e já à venda nas livrarias.


Autor também de “Dicionário da Moda”, com verbetes sobre estilos, tendências e personalidades do mundo fashion, Sabino faz, nesta nova empreitada, um passeio pela história, desde a pré-história até os dias atuais, mostrando a evolução do vestuário. (...).

Médico por formação, Sabino confessa que já gostava de moda na faculdade. Quando criança, escrevia histórias para distrair seu irmão mais novo. Um dia resolveu largar o estetoscópio e abriu uma loja de bijuteria com modelos completamente diferentes de tudo o que havia no mercado. A sociedade foi desfeita em 1999, mas ele continua com a criação de bijoux.

Instrumento de vaidade desde os tempos remotos, a moda traz poder e sedução. Sabino analisa que entre os índios e os portugueses, as roupas e os acessórios serviram como diálogo. Já na Idade Média, o luxo eram os chás, as porcelanas e as sedas que vinham da China.

Egípcios com vestes simples e acessórios sofisticados


Madame Pompadour e o estilo Rococó do século XVII


Atrizes do cinema mudo, as Bathing Beauties, de 1925, e seus trajes de banho


Flower Power


Galliano cercado por supermodels nos 60 anos da Dior em 2007



O luto elegante

Dos sans culottes à haute couture, o texto disseca as mudanças nos estilos e vem acompanhado de fatos históricos.
Vale destacar que a alta-costura, que fez a fama da França, mas foi introduzida no país por um inglês, Charles-Frederick Worth, cuja maison, aberta em 1858, causou furor entre as mulheres da alta sociedade. 
A década de 60 vem fartamente ilustrada que trouxe a minissaia, os Beatles, a Swinging London, a consagração do prêt-à-porter, o Flower Power, a meia arrastão e a Jovem Guarda. Foi a época das iniciativas revolucionárias empreendidas pelos baby-boomers, geração nascida no pós-guerra.







Outro achado é o anúncio da “Fazendas Pretas”, uma loja na Rua Uruguaiana (Centro do Rio de Janeiro) especializada em toiletes para a viúva, aparecendo sob o título “O luto elegante”. Detalhe: Bia e eu passamos quase todos os dias por aqui....


Nos anos 2000, a moda virou pop, com Galliano incendiando as passarelas. Como seguirá? Sabino acha que a moda, “filha mimada da indumentária com o capitalismo, é caprichosa e instável, inspirando-se com muita freqüência no vasto acervo universal de sua progenitora, a indumentária, que, aliás, ainda tem muita historia para contar”.



Blog do autor: http://www.marcosabino.com/blog/

Fica a dica para as queridas leitoras!



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Trocar de bolsa está mais fácil


Toda mulher gosta de ter uma bolsa bonita e elegante, e se for de grife, com os modelos mais caros dos estilistas mais famosos do mundo, melhor ainda. Mas infelizmente não são todas as mulheres que têm a sorte de ter uma bolsa dessas em casa. É por isso que existe o aluguel de bolsas de luxo, para as mulheres que sonham em ter uma bolsa caríssima de grife, mas não podem comprar.
Este tipo de aluguel é muito comum nos Estados Unidos, na Europa e agora está ganhando seu espaço aqui no Brasil. São várias marcas famosas disponíveis com modelos variados e para todos os estilos.



Se você assistiu ao filme “Sex and the city” e morreu de inveja da personagem Louise, interpretada pela atriz Jennifer Hudson, que consegue “desfilar” em alto estilo ao alugar um modelito Louis Vuitton autêntico, saiba que já pode fazer o mesmo. Um sistema semelhante já funciona em solo carioca.

O site BoBags, comandando pela administradora Isabel Braga, de 30 anos, é o pioneiro no aluguel de bolsas de grifes como Prada, Miu Miu, Chanel, Christian Dior e Marc Jacobs, entre outras. Inaugurado em 2009, o domínio conta com cerca de 2.600 clientes cadastradas.

— A ideia é transformar o aluguel em algo mais fácil, afinal, o mercado vintage é uma coisa natural lá fora. Brechós e bazares second hand andam reunindo cada vez mais pessoas. O site é uma espécie de closet virtual — diz a empreendedora.




O acervo do site, que conta com bolsas de mais de 30 grifes, também é constituído por peças vendidas pela clientela assídua. As bolsas são entregues em qualquer lugar do país.

Os preços variam entre R$ 25 e R$ 600, e as bolsas podem ser adquiridas para um dia, uma semana ou um mês. O aluguel de uma Chloé em tom alaranjado, por exemplo, sai por R$ 178 (semana) e R$ 379 (mensal).





http://oglobo.globo.com/rio/bairros/posts/2011/08/04/trocar-de-bolsa-esta-mais-facil-395930.asp

Dica: Tem uma Gucci vermeelha que é linda de morrer... o aluguel de uma semana sai a R$ 79,00.

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Dicas para fazer as malas!


As dez regras para fazer a mala de férias:

 


  Mes chers amis, estou empolgada com a proximidade das minhas férias! Então com base nas dicas de Anna Dello Russo em seus dez mandamentos na hora arrumar uma mala de férias, e também na minha experiência pessoal adquirida em algumas viagens pelo mundo afora, divido com vocês dicas essenciais que viajantes devem saber de coeur:   

    1. A mala precisa ser leve como uma pena: é proibido pagar excesso de bagagem. Este é o único período do ano em que você pode tirar férias da moda.
Concordo. Acho que vale a pena gastar mais um pouco com uma mala de boa qualidade, resistente e ao mesmo tempo bem leve. É um ótimo investimento para quem gosta de viajar... e encher as malas de compras durante a viagem... rs. É possível levar poucas peças se você souber combiná-las de formas diferentes, basta ter criatividade! Porque pagar por excesso de bagagem não é nada fashion. :)
   
   2. É permitido levar apenas um par de sapatos com salto: escolha bem!
Concordo. Não há necessidade de mais do que isso, por maior que seja a viagem. Até porque dependendo do destino talvez nem seja necessário... mas é sempre bom levar, nem que seja por precaução (às vezes sou precavida até demais, rsrs), mas um só par.

   3. Quanto mais modelos de biquínis, melhor.
Concordo parcialmente. Depende do destino. Se for de praia eu levo um para cada dois dias, se o período for longo. Se não for de praia e não tiver piscina nem spa no hotel eu levo um só, por precaução. Porque fui a Portugal no último inverno, não lembrei de levar biquíni e acabei tendo que comprar um lá, pra poder curtir o spa do hotel (piscina, hidromassagem, tratamentos corporais...). E vocês podem imaginar o tamanho do biquíni que usei, cobrindo todo o pouco bumbum que Deus me deu. Eu parecia uma típica européia, mas não gostei nem um pouco. Na verdade me senti usando fraldas. kkkkk...

   4. Não esqueça de seu kit para nadar: máscara para mergulho é tão pessoal quanto óculos de leitura.
Concordo. Mas precisamos mais uma vez pensar no destino. Se houver piscina ou mar eu levo óculos de natação e touca, e para o mar eu levo também uma máscara de mergulho, um snorkel (vulgarmente conhecido como "canudo") e uma sapatilha de borracha para não ferir meus pés com ouriços ou coisas do tipo, porque acho anti-higiênico alugar e não acho higiene frescura.
   
   5. Leve uma mala extra apenas para livros.
Concordo. Não compro só livros, mas eles peeesam. Para a Europa eu costumo levar uma mala média, que vai dentro de uma grande usada para as compras (a minha farra anual nos outlets). E nela eu levo pouquíssimas roupas, acessórios, cosméticos e os itens proibidos na bagagem de mão, rsrs. E ainda levo uma mala pequena de mão, quase vazia, que volta só com as compras mais preciosas (mesmo que o valor seja apenas afetivo... rsrs), porque sou medrosa à beça, mesmo nunca tendo perdido uma mala. Pois acredito que há sempre uma primeira vez... Vai que... :)
   
   6. Cuide bem da sua necessaire de beleza. Protetor solar, loção pós-sol, hidratante, creme de tratamento para olhos, serum regenerador, espuma para limpeza, tônico e hidratante: todos esses itens não devem ser compartilhados. Você não os deve pegar emprestados e nem pode achá-los em qualquer lugar.
Concordo. Levo todos esses e mais alguns, mas tudo em pequenos frascos próprios para viagens, se a embalagem original do produto for grande. E escolho pouquíssimos e indispensáveis itens de maquiagem.
   
   7. Atualize seu iPod, e faça download de todos os apps no iPad.
Concordo. Mas admito que nem sempre lembro, e quando esqueço sinto muuuita falta. Quem não tem iPod e/ou iPad com certeza tem MP3 ou similar, então não esqueça de atualizar com muitas e boas músicas, vídeos... e levar também o carregador, fone de ouvido... e o celular com o roaming ativado!
   
   8. Complete seus looks com sapatos, acessórios, joias e chapéus que você compre no lugar para o qual viajará.
Concordo! Concordo! Concordo! É sempre bom comprar acessórios novos em viagens, mas tenho o costume de levar alguns poucos por precaução, e sempre me arrependo porque acabo usando só os novos... Isso que dá ser precavida demais... rsrsrs
   
   9. Flerte com o espírito do país: seja exótica, se você vai à Amazônia; étnica, se você vai a Anatólia; mediterrânea, se você vai a Cartagena.
Concordo. Penso no espírito do lugar enquanto faço as malas e sonho com minhas férias, como se estivesse montando uma personagem. É preciso ser criativo para tudo na vida, inclusive na hora de arrumar as malas.
A dica é formar três ou mais conjuntos de roupas em que as peças combinem entre si, e com os sapatos e acessórios, formando assim looks variados (quantos forem necessários para o período da viagem, podendo haver repetição), com calça, short/bermuda, saia, vestido... para todas as ocasiões e climas. Não deixo de levar também meias variadas. Adoooro meias-calças de diferentes cores e texturas.
   
   10. É hora de tirar da mala suas flats.
NÃO CONCORDO! ADORO MINHAS FLATS! PRINCIPALMENTE AS DA USAFLEX. E SEMPRE LEVO UM PAR. Mas também não esqueço do chinelo, indispensável, e dos meus tênis mais confortáveis para passear (pode ser outro sapato confortável, sem salto) e para malhar, qualquer que seja o destino. No inverno levo a bota que combinar com o casaco mais pesado que eu resolver levar, para usar nas noites mais frias.


   Agora... para aprender com a Glória Kalil a arrumar a mala de viagem do jeitinho certo, não amassando e não esquecendo nada, no verão ou no inverno, para mulheres e homens, com todos os itens indispensáveis... assista ao vídeo abaixo:







  E vocês, mes amis, já conseguem arrumar uma mala sem exageros e amassos, e sem levar coisas que acabam não usando? Tudo é prática. Perdi as contas de quantas vezes levei coisas à toa, que não foram usadas. Confesso que já cheguei ao ponto de deixar roupas "velhas", e até um par de sapatos, no lixo do hotel para conseguir espremer todas as novas nas minhas malas, rsrsrs. Afinal de contas... as comprinhas têm sempre preferência. E tenho certeza que a camareira adorou! Quem não gostou nem um pouco foi a minha irmã... rs 


   Mas finalmente acho que aprendi a levar somente o essencial, mesmo. Mas as comprinhas... rsrsrs :)




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Vestido estampado - Paola Oliveira

Paola Oliveira foi com um vestido bem colorido ao desfile da grife Bobstore, realizado no Hotel Unique, em São Paulo. Alguém sabe de onde é esse vestido?

Crédito: Ego




O que vocês acharam, mes amies? Não sou de usar esses vestidos super coloridos mas esse achei lindo. Diferente, né?!

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"Ter ou não ter rendas, essa é a questão, disse Shakespeare." (Honoré de Balzac)

Olé, Mulher Rendeira,
Olé mulhé rendá,
Tu me ensina a fazer renda,
Que eu te ensino a namorar.



O título desta postagem não se refere, é claro, a renda de tecido. Mas a indagação de Shakespeare seve para nós.... ter ou não ter rendas no nosso gurdarroupa... eis a questão.... Pode-se dizer que as rendas nunca saem de moda. Na contramão da fast fashion, entra e sai estação e elas estão presentes em diversos modelos de roupas, não importando se o clima é quente ou frio. Presente em diferentes formatos, variando entre grande ou pequeno destaques, mas sempre ali, neste inverno de 2011, a renda continua marcando território. Cheia de charme retrô, a renda aparece em produções moderninhas sem deixar de ser delicada. Além disso, ela tem tudo a ver com a tendência da moda boudoir (lê-se budoar), palavra francesa usada para definir peças inspiradas no universo das lingeries.
De modelagens com jeitinho retrô a outras mais sexy, ajustadas à silhueta, os vestidos de renda preta são uma boa opção para festas e até para a balada. Para deixar a produção mais descontraída, combine com legging! Mais leve, a renda branca fica pronta para a noite ao ser combinada com detalhes metalizados. Para deixar a renda mais moderna e não parecer uma noiva, aposte em modelagens diferentes, como o ombro único, e complementos como cintos, coletes e sandálias abotinadas.
 
A renda é um tecido com padrão de orifícios e desenhos feitos à mão ou à máquina. Os tipos mais comuns são a renda de bilros e a renda de agulha.  A renda nunca desapareceu por completo da moda, pois nos vestidos de noivas e debutantes ela sempre aparece.  A alta-costura francesa também não dispensa o uso de uma bela renda.

Por falar em alta-costura francesa, uma curiosidade:

Foi Catarina de Médici que introduziu o uso da renda na corte francesa. Isso causou um consumo exagerado e desenfreado, o que fez com que os cofres franceses fossem praticamente esvaziados devido aos custos de importação.  Foi promulgado um decreto pelo rei da frança, que proibia o uso da renda, tamanho foi o caos.
 

No entanto, descobriu-se que ara melhor produzir do que importar o produto.
Foi Colbert, ministro de Luiz XIV, que teve a brilhante idéia e em 1665 fundou em Alençon, as “Manufaturas reais o ponto de França” -tocadas pelas mãos de 30 rendeiras de Veneza e 200 de Flandes.


No Brasil a renda de bilros foi trazida pelos portugueses e durante muito tempo foi a ocupação de freiras nos conventos. Elas teciam alfaias para os altares das igrejas. Tanto no Brasil como em Portugal, atualmente a renda de bilro é feita por mulheres de pescadores em geral. Esse fator é associado à chegada das rendas pelos litorais.
Fontes:Livro – Enciclopédia da Moda  – O’hara, Georgina.



Aqui, neste vídeo abaixo, veiculado pelo Jornal Hoje, tem dicas preciosas sobre o uso da renda....



Para saber a diferença entre Renda Francesa e Renda Brasileira recomendo o vídeo do Programa Vamos Combinar do dia 25/07/11 em que a estilista Martha Medeiros dá boas dicas sobre o assunto.


O que temos visto por aí....







Bem, mes amies, eu já aderi a esta moda... eu tenho um vestido branco lindo de rendas e um outro meio bege... ambos têm que ser usados com acessórios caprichados, um trench coat também cai muito bem para justamente não ficar parecendo noiva de casamento civil...
E vocês, já se renderam a esta moda?



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